sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Resenha: Corte de Gelo e Estrelas - Sarah J. Maas


Título: Corte de Gelo e Estrelas
Título Original: A Court of Frost and Starlight
Série: Corte de Espinhos e Rosas (3.5)
Autor(a): Sarah J. Maas
Tradutor(a): Mariana Kohnert
Editora: Galera
Páginas: 237
Ano de lançamento: 2018

Sinopse: "O aguardado spin-off da série Corte de Espinhos e Rosas. Feyre, Rhys e seu círculo íntimo de amigos ainda estão ocupados reconstruindo a Corte Noturna e tentando manter a paz, conquistada a base de muito esforço e perdas pessoais, após a queda da muralha. Mas o Solstício de Inverno finalmente está próximo e, com isso, um alívio merecido. Compras, festas, celebração e a promessa de dias tranquilos. A atmosfera festiva não consegue, entretanto, impedir que as sombras da guerra se aproximem. Em seu primeiro Solstício como Grã-Senhora, Feyre ainda lidando com os horrores do passado recente, e percebe que seu parceiro e sua família têm mais cicatrizes do que ela esperava – cicatrizes que podem impactar o futuro, e a paz, de sua Corte."

Aos amantes de ACOTAR, só digo uma coisa: leiam!

"Não era à toa que o primeiro governante da Corte Noturna tinha tornado aquela sua insígnia. Junto com as três estrelas que só apareciam por um breve período do ano, emoldurando o pico mais alto de Ramiel como uma cora."
“Corte de Gelo e Estrelas” é um spin-off da série que foi super bem-vindo (apesar de concordar que muitos autores fazem livros assim somente para ganhar mais dinheiro). É um livro neutro, sem muitos acontecimentos marcantes porém suficiente para nos fazer matar a saudade do universo de Corte.  


" - Não crio ilusões. O dia em que você me agradecer qualquer coisa, (...), será o dia em que os fogos incandescentes do inferno gelarão
- Poético."
A história se passa logo após o final do terceiro livro e somos capazes de conhecer a perspectiva de cada um dos personagens (inclusive Rhysand), como a guerra os afetou e também como os uniu ainda mais. A reconstrução da Corte dos Sonhos, o equilíbrio que ainda é necessário em Prythian com a destruição da muralha, o aniversário de Feyre e os preparativos para o primeiro Solstício de Inverno como Grã-Senhora da Corte Noturna.


"Nesses meses, o 'e se' me assombrava. Todos os 'e se' dos quais tínhamos escapado por tão pouco."
Várias pontas continuaram soltas mas encontramos alguns possíveis ganchos para futuros livros da série (ouvi um amém?!). Nestha continua sendo a irmã orgulhosa demais para aceitar os fatos, mas nesse livro conseguimos a entender apesar de ter passado raiva em alguns momentos. A evolução de Elain é gritante, e continuo com o coração dividido entre Azriel e Cassian. Um pequeno detalhe, também temos uma aparição de Tamlin, o que só prova que Sarah quis mostrar todos os lados da destruição pós guerra.


"- Apenas seja paciente. Tudo vai se resolver. Sempre se resolve."
Sobre a parte estética, como sempre foi a primeira coisa que me cativou. A editora caprichou e conseguiu trazer à tona a mensagem do livro só com a capa (a trama se passa bem quando o inverno chega às cortes). As fontes são de ótimo tamanho e fonte para leitura, cada capítulo é iniciado por uma pequena ilustração de floco de neve e as páginas são amarelas.
" - À abençoada escuridão da qual nascemos e para a qual voltamos."
Sarah continua nos envolvendo por inteiro em suas histórias e nos fazer ansiar por mais ao fim. Recomendo de olhos fechados!
"Deixe este mundo um lugar melhor do que o encontrou."

Um comentário:

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